segunda-feira, 10 de maio de 2010

Esteróides debilitam o coração


Esteróides debilitam o coração
Estudo do Hospital Universitário de Harvard alerta que efeitos são piores do que se pensava

O uso prolongado de esteróides anabolizantes enfraquece o coração mais do que até agora se julgava, concluiu um estudo, publicado na revista Circulation: Heart Failure, que afirma que os esteróides reduzem a capacidade de contracção e relaxamento do coração, o que aumenta a predisposição para a insuficiência cardíaca.

A equipa do Hospital Universitário de Harvard, liderada por Aaron L. Baggish, analisou 21 halterofilistas, 12 dos quais consumiram, em média, 675 miligramas de esteróides por semana nos últimos nove anos.

Com recurso ao doppler, os investigadores estudaram o funcionamento do ventrículo esquerdo, uma câmara muscular poderosa responsável por bombear o sangue.

“Acreditava-se, até agora, que os esteróides provocavam hipertrofia cardíaca. Mas não foi isso que verificámos”, diz Baggish.

O que os investigadores observaram foi a perda de capacidade de contracção e relaxamento do coração. Na realidade, os cientistas registaram uma fracção de ejecção abaixo do normal em dez utilizadores de esteróides.

No grupo de controlo, apenas um não cumpriu os requisitos normais.

Também a eficiência de relaxamento foi afectada, com metade dos consumidores de esteróides a sofrerem uma redução.

“O número de pessoas analisadas foi reduzido e os dados necessitam de ser confirmados, mas os resultados deste estudo piloto sugerem que o uso de anabolizantes aumenta o risco de insuficiência cardíaca”, conclui o especialista.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt

sábado, 8 de maio de 2010

O Fundo da Linha



A Greenpeace está a divulgar o vídeo O Fundo da Linha, para alertar para a destruição causada pela pesca de profundidade, em águas internacionais. Este vídeo conta com o apoio de Sigourney Weaver e insta os governos de todo o mundo a adoptar medidas concretas e urgentes para defender a vida marinha que se esconde nas profundezas dos oceanos.
Em Novembro deste ano, a Assembleia Geral das Nações Unidas vai voltar a abordar este tema e vai decidir os próximos passos relativamente à implementação da resolução 61/105. Esta resolução pede a tomada de medidas imediatas que administrem os stocks de peixe de maneira sustentável e que protejam os ecossistemas marinhos vulneráveis de práticas de pesca destrutivas.
Desde o dia 16 de Outubro que a Greenpeace está na estrada para sensibilizar consumidores para as ameaças que os ecossistemas vulneráveis em alto mar enfrentam e pressionar os retalhistas a tomar a liderança e parar de comercializar espécies de peixe de profundidade. Estas grandes empresas têm o dever de garantir aos seus consumidores a sustentabilidade de todo o peixe que vendem e de não encorajar a destruição dos últimos refúgios de vida marinha do planeta.
Acreditamos que este vídeo é uma boa oportunidade para divulgar as ameaças que os ecossistemas das águas profundas enfrentam.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Derramamento de Petróleo no Golfo do México


No dia 20 de abril de 2010, às 22h00, explodiu, no Golfo do México, uma plataforma de exploração de petróleo da empresa British Petroleum.

Além das mortes de alguns empregados, o mundo assiste a uma corrida contra aquele que pode ser o maior derramamento de petróleo já ocorrido nos Estados Unidos e um dos maiores da história da humanidade.
Somando todas as manchas, a área é comparável ao tamanho de um país como Porto Rico, 1.600 quilómetros de água encontram-se contaminadas, áreas de praias em risco e espécies ameaçadas

O satélite Quick Bird, da DigitalGlobe, fornece imagens coloridas do derramamento.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dia da Terra

Dia da Terra


O Dia da Terra foi criado em 1970, pelo Senador norte-americano Gaylord Nelson, como um protesto nacional contra a poluição.

Esse dia conduziu à criação da Agência de Protecção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

A partir de 1990, o dia 22 de Abril foi adoptado mundialmente como o Dia da Terra.
Fica a pergunta…
O que fez hoje para o bem do nosso planeta?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Eyjafjallajökull - O vulcão em fúria que fez parar o trânsito
O vulcão na Islândia tornou a entrar em actividade afectando milhões de pessoas por toda a Europa devido à cinza vulcânica que se alastrou, perturbando o espaço aéreo europeu.
Dizem os especialistas que na última vez que este vulcão entrou em erupção, foi durante um período de 2 anos e que há ainda o risco de um outro vulcão "irmão" poder também entrar em erupção.





sexta-feira, 26 de março de 2010

HORA DO PLANETA


Pelo segundo ano consecutivo, Portugal aderiu à Hora do Planeta.
O inicio do «apagão» irá ser assinalado com uma iniciativa simbólica em Belém, perto da fonte luminosa, onde estará um interruptor alto que se desligará às 20:30 no próximo sábado, dia 27 de Março.

Esta iniciativa começou em 2007, em Sidney, e o conceito que esteve na origem foi o de «dar uma hora para o planeta se regenerar». Na altura aderiram 2,2 milhões de pessoas, o que representou um decréscimo de 10 por cento no consumo de energia.

O sucesso da iniciativa motivou a organizações que passou a repetir o evento todos os anos no último sábado de Março.




segunda-feira, 22 de março de 2010

Declaração Universal dos Direitos da Água

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.